sexta-feira, 18 de junho de 2010
Um Porco Sentado - clip
cenário de Rogério Marcondes
desenho de luz de Domingos Quintiliano
trilha de Gustavo Domingues
direção geral de Lúcia Romano
em cena, Beto Alencar e Renata Aspezi
concepção e direção de Beto Alencar
terça-feira, 8 de junho de 2010
Encontro com a Cia. Fragmento de Dança



Comecei semana passada alguns encontros, propostos pela Cia Fragmento, para preparar uma interferência no espetáculo que estão finalizando sobre a obra da Virginia Woolf. Antes, já havíamos feito um encontro para conversar sobre outra pesquisa deles, a partir do livro "Corpos Frágeis". No encontro, os temas foram a tal "criação feminina", a arte auto-biográfica e a relação entre sofrimento e criação na obra das mulheres. Nessa semana, pensando na nova proposta, retomei o trabalho em torno de "Gato Sem Rabo", criado em 2008. Gato Sem Rabo, um solo teatral, foi inspirado no livro "A Room of One's Own", da mesma Virginia. Torno a olhar para o material criado em 2008, com proximidade e estranhamento. Ele volta para a cena, dialogando com a Vanessa Macedo e a criação dela e das outras bailarinas do grupo.
Segue o texto da Cia Fragmento, explicando o que foi proposto para os artistas convidados. Tirado de http://ciafragmento.blogspot.com/
Virginia Woolf alimenta a pesquisa da nova criação.
Esta pesquisa teve início em Corpos Frágeis, espetáculo em que a Cia. Fragmento se inspirou na vida e obra de nove mulheres, dentre as quais estava Virginia Woolf. Anjos Negros busca nas personagens femininas de Virginia metáforas para sua inadequação social na era vitoriana. Mulheres de sua família e amizades íntimas inspiram suas protagonistas. É sem perder de vista esta relação vida e obra, que refletimos sobre a escritora – sua sensibilidade, a discussão sobre o feminino, as crises mentais que culminam no suicídio.
Em cada uma das apresentações teremos um artista para dialogar com o processo criativo. Os artistas são convidados a observar a proposta dramatúrgica da Cia e interferir na composição cênica do espetáculo, podendo estabelecer relações com os intérpretes ou não. Os artistas convidados são: Alexandre Magno, Angela Nolf e Lucia Romano.
domingo, 30 de maio de 2010
Nas livrarias: O Teatro do Corpo Manifesto, Teatro Físico

Dá para encontrar o livro nas livrarias, ou pelo site da Editora Perspectiva, no endereço http://www.editoraperspectiva.com.br/livro.php?cod=763
O texto abaixo aparece no site.
O Teatro do Corpo Manifesto, Teatro Físico
Teatralidade e corporeidade misturam-se, dando ensejo a um novo fazer teatral, a uma nova forma de expressão artística e que traz consigo uma nova visualidade e um novo entendimento: o Teatro Físico. Este livro busca acompanhar o desenvolvimento do Teatro Físico.
A prospecção histórica principia no surgimento do conceito, cujo ponto "germinal" é a junção entre teatralidade e corporeidade, explicitada no próprio termo que designa esse modo de fazer teatral. Aspectos da institucionalização do Teatro Físico são considerados, observando sua relação com a sociedade e com a cultura do teatro e da dança – em especial, tendo em vista diferenças e semelhanças entre o Teatro Físico e a Dança-Teatro –, a fim de estabelecer as particularidades de suas propostas. Aspectos educacionais (formais ou não) do Teatro Físico são discutidos a seguir, com destaque para a importância da pedagogia de Philippe Gaulier, Jacques Lecoq e Monika Pagneux. O "estado atual" do Teatro Físico é explorado, tendo por base sua presença nos festivais de teatro e sua influência nos cursos de formação em teatro, inclusive na Academia. O livro inclui, ainda, a descrição dos grupos de maior destaque no cenário mundial e nacional, formando um panorama da prática dessa nova modalidade de expressão na atualidade e trazendo, por fim, a relação entre corpo, conhecimento e cultura, no processo de comunicação estabelecido por esse modo de fazer teatral.
sobre o livro
Assunto: teatro
Coleção: debates 301
formato: 11,5x20,5 cm
páginas: 256
acabamento: brochura
edição: 1ª 2008 - 1ª reimpressão
peso: 236 g
ISBN: 9788527307154
preço: R$ 40.00
Programa TUSP de Leituras Públicas - A Explosão do Feminino


Outro encontro no TUSP, em 01/04/2010.
Segue o texto do TUSP e o link (http://tusp.blogspot.com/)
Em 01/04 tivemos aqui no TUSP a abertura do novo Ciclo do Programa TUSP de Leituras Públicas. Essa nova fase da atividade propõe a leitura pública de textos teatrais que, em momentos históricos distintos, colocam o feminino ou a mulher como elemento de ruptura.
Celebrando esse novo ciclo recebemos a atriz Lucia Romano que realizou uma palestra sobre o tema central das leituras - a explosão do feminino.
As leituras continuam acontecendo até o dia 27/05, aqui no TUSP sempre às quintas-feiras a partir das 15h.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
III Ciclo de Leituras Públicas - A Explosão do Feminino
01/04 - Abertura - com Lucia Romano
08/04- Eurípides - Medéia (431 a.C.)
15/04 - William Shakespeare - Macbeth (1601)
22/04 - Henrik Ibsen - Casa de Bonecas (1897)
29/04 - Bertolt Brecht - A Mãe Coragem (1939)
06/05 - Eugene O'Neill - Longa Jornada Noite Adentro (1941)
13/05 - Samuel Beckett - Dias Felizes (1961)
20/05 - Heiner Müller - Medeamaterial (1982)
27/05 - Encerramento - com exibição comentada do vídeo Medeamaterial, na encenação de Anatoli Vassiliev
encontro no TUSP - debate - e agora, nora?



Nas fotos, o registro do encontro realizado no TUSP, um debate informal entre atrizes do Grupo Atuadoras (Daniele Ricieri), Kiwi de Teatro (Renata Azevedo), Bartholomeu (Roberta Estrela D'Alva), Cia Livre e Barca de Dionisos (Lúcia Romano), além do público presente ao espetáculo de Joana Dória, Sofia Boito e Júlia Novaes. O mote da conversa foi a questão do feminino no teatro, a partir das proposições do grupo para a releitura do texto de Ibsen.
O resumo abaixo foi postado por TEATRO DA USP às 08:55. Link: http://tusp.blogspot.com/2009/11/debate-e-agora-nora.html
Aconteceu no último dia 26 de novembro (de 2009), na Sala Experimental Plínio Marcos do TUSP, o debate Mulheres na Arte, proposto pela Cia. Temporária de Investigação Cênica, em que participaram como convidadas debatedoras Lúcia Romano da Cia Livre, Daniele Ricieri do grupo As Atuadoras, Renata Azevedo da Companhia Kiwi de Teatro e Roberta Estrela D'alva do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos.
O debate aconteceu após a apresentação da peça "E Agora, Nora?!", que investiga o papel que a mulher quer representar na contemporaneidade, a partir de experiências com o corpo, com a palavra e com o texto Casa de Bonecas, do autor norueguês Henrik Ibsen, mote dramático da investigação cênica do grupo. As atrizes do espetáculo Joana Dória, Sofia Boito e Júlia Novaes também participaram do debate que se iniciou a partir de perguntas sobre a tessitura e as reverberações do espetáculo, que apresenta questões sobre a mulher e a sociedade.
Dentro de um linguagem comum a todas as participantes, o feminino e o teatro, cada atriz representando o seu grupo, anunciou uma busca pelo distanciamento artístico, político, pessoal de conceitos limitadores acerca do feminino e do feminisno.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
outras imagens de O IDIOTA
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